Mosaicos da Escrita

3 setembro 2018

Sementes do carinho de amanhã

Filed under: Reflexão — mosaicosdaescrita @ 12:24 am

Eu confesso: tem hora que fico doida com tanta “mãe” daqui, “mãe” dali. As crianças não desgrudam nem por dois minutos!

Eu invento, invento, invento e eles querem mais. Mas não é só na hora da brincadeira. A comida, a bebida, a luz do banheiro, o chinelo, o brinquedo perdido, a lição de casa, e até o celular, muitas vezes, tem que ser o meu.

Às vezes eu falo: “desgruda, gente”. E sabem o que eles respondem: “mas a gente te ama”.

Daí fiquei pensando: poxa vida. Já fico com eles de manhã, a noite, minha atenção continua voltada pra eles (exceto na hora da novela Jesus), e mesmo assim, eles não enjoam. E se eu ficasse fora o dia inteiro?

A verdade é que hoje, talvez, Deus tenha me dado uma dica: estou plantando hoje o carinho e atenção que receberei amanhã. Hoje eu planto que estou pra eles a qualquer momento. E eles vão percebendo, aos pouquinhos, que ficar comigo é legal, prazeroso. Mesmo se for para deitar na cama e não fazer nada, como a Carol me pediu hoje.

Sabe aquela história de adolescente esquecer os pais? Querer mais a companhia dos amigos? E aí a gente se sente meio vazio? Posso imaginar o quanto vai ser doloroso o dia que eles não quiserem mais dormir comigo. Mas talvez eu plante hoje e colha um “mãe, deita aqui um pouquinho pra eu te contar um lance”.

Talvez eles queiram sair com os amigos, e me chamem pra ir, porque sabem que têm uma mãe muito louca por eles, que topa qualquer parada. Porque hoje eu rolo no chão, me sujo inteira e faço cara de boba ao brincar com eles.

Certeza, não tenho. Mas enquanto estou cercada de Carol e Guilherme por todos os lados, e deseje ficar sozinha por alguns instantes do meu dia, eu esteja plantando a companhia de amanhã. E sei que um dia, precisarei deles tanto quanto eles precisam de mim hoje.

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30 agosto 2018

Sexo antes da Internet

Filed under: Reflexão — mosaicosdaescrita @ 10:35 am

Em meio à era da Internet, com tantos recursos para a expansão da pornografia, me pergunto: como era o sexo antes de tudo isto?

Como nossos avós tinham ideias sobre posições, lugares, situações? Como casamentos duravam décadas e décadas?

Claro que muitos sobreviviam apenas.  E para muitos, sexo era apenas procriação. Mas sempre existiu, e sempre existirá, a exceção.

Creio sim, que existiam maridos que se deleitavam apenas na sua mulher. Não precisavam ver outras bundas, outros peitos, outras situações para se satisfazerem.

Dirão: “Ah, homem sempre foi homem, querida”. Sim. Mas sempre haverá exceções.

Creio que muitos casais se deliciavam somente em si mesmos. Na simplicidade de suas camas, sem aparatos e sem levar mais ninguém. Somente os dois. E creio que muitas vezes, a satisfação foi maior.

Porque o prazer não está na posição, na bunda grande ou no peito durinho. O prazer está em você se entregar ao que está a sua frente. Quanto maior a entrega, maior o prazer.

Por isto que hoje em dia, meninos e meninas (porque tal situação é pura molecagem) sentem prazer com as mais irreais situações: entregam-se a elas.

Assim, penso que as exceções de antigamente faziam sexo e sentiam prazer porque se entregavam um ao outro. Tal como a origem mandava.

No princípio eram somente homem e mulher. Eles estavam nus e não se envergonhavam. A mulher se entregava e o homem a possuia. Simples assim.

Um brinde à simplicidade!

Julho/ 2015

Quando a reclamação é sinônimo de intelectualidade

Filed under: Reflexão — mosaicosdaescrita @ 10:31 am

Ele sempre reclamava. Reclamava do emprego, da falta dele, do governo azul, do vermelho, da falta de governo, do governo dos outros países, da economia.

Reclamava e suas conversas giravam em torno do pessimismo. Mostrava a eloquência que só quem sabe reclamar tem. E era admirado. Era ouvido por quem concordava com suas opiniões.

Certo dia, acordou de bem com a vida. Não reclamou. Sorriu. Agradeceu. Respondeu com otimismo. Quis falar sobre a beleza, a alegria, as vitórias.
Deixou de lado a política, a economia, os casos policiais, a falta de estrutura do país. Naquele dia, falou de seus filhos, sua esposa, o domingo no parque e o passeio de bicicleta.
Eram assuntos demasiados bobos para um senhor eloquente e importante. Naquele dia, ninguém o ouviu.
Setembro/ 2015

23 outubro 2013

Nove anos de namoro

Filed under: Reflexão — mosaicosdaescrita @ 8:10 am

Meu amor…mais um ano se passou.
Mais um ano você me aguentou.
Mais um ano, nosso amor não mudou.

Isto não quer dizer que nós não tenhamos mudado.
Muito pelo contrário. Tudo em nós, é diferente.

Desde que começamos, você me viu ficar loira, morena, ruiva, morena de novo, loira, meio loira.

Viu meu corpo mudar. Fiquei grande, grande, grande e agora, estou voltando ao lugar. Quer dizer, como quando antes de engravidar.

Já me viu trabalhar em algo que amava, sair deste lugar, e anos depois, voltar.

Mas uma coisa que você nunca viu: eu deixar de te amar.

Ah, mas você também mudou. Vi seu cabelo arrepiar, moicano ficar e de ladinho, voltar.

Vi você de emprego mudar, a faculdade, finalmente terminar, e engenheiro se formar.

Mas a mudança mais legal foi ver você pai se tornar. E posso te garantir: que paizinho mais lindo Deus fez pra Carolzinha!

Mas o que mais me impressiona nestes anos todos, é que o mesmo cuidado e o mesmo carinho, você resolve, todos os dias me dar.

Espero que nosso namoro continue assim: cheio de mudanças, mas com o mesmo amor de sempre. Te amo!

13 julho 2013

Amor é o presente!

Filed under: Reflexão — mosaicosdaescrita @ 11:40 am

O primeiro olhar. O primeiro sorriso. O primeiro beijo. O primeiro “sim”. Tudo é tão lindo quando começa. Por que não
podemos voltar no tempo , ou quem sabe, paralisá-lo, torná-los eternos?

Simples. O amor não é passado e não é futuro. O amor é presente.

Sua força não está no que já foi, por mais lindos e românticos que tenham sido. O passado não sustenta um casamento. O
futuro e suas esperanças também não, mesmo com todas as suas promessas e desejos.

Por isto, Elias, neste nosso quinto ano de união, a única coisa que posso dizer é: hoje é o nosso presente de casamento!

Vivo hoje mais feliz do que há cinco anos. E neste tempo, embora tenho perdido seu primeiro olhar, seu primeiro sorriso,
seu primeiro beijo e o seu primeiro sim, posso garantir…me sinto feliz como nunca!

Seu olhar mudou. Não é mais aquele olhar imaturo e curioso. É o olhar sábio e que me desvenda ao simples gesto.

Seu sorriso é mais verdadeiro, pois não precisa mais me agradar simplesmente. Nosso amor está forte o bastante para aguentar os dias em que não podemos, ou queremos, sorrir. Hoje seu sorriso é mais íntimo e fruto do que te faz sorrir primeiramente por dentro.

Ah…e o que falar dos seus beijos…Não são mais desajustados e numerosos, mas perfeitamente encaixados em meus lábios e intensos.

E os seus tantos “sim” pra mim ao longo deste tempo. Cada loucura que já fez por mim e comigo…Você sempre embarcou comigo em cada ideia louca. Mas o melhor sim que você dá aquele que me dá ao acordar. Ao acordar ao seu lado percebo que mais um dia nos demos o sim. Cumprimos nosso compromisso assumido há cinco anos, quando dissemos o primeiro sim. Não por obrigação, mas por escolhemos viver hoje nosso lar, nosso vida, nosso amor.

Sendo assim, meu presente, meu amor, espero que seu ollhar, seu sorriso, seu beijo, seu sim mude a cada dia, pois o amor é renovação, é surpresa, é o prazer do momento.

Não preciso me ater ao passado para celebrar esta data. Bastou hoje eu ter sido acordada por você. Ter ganho seu beijo de bom dia. Ter orado com você. Ter tomado o café da manhã que você preparou. Ter sentido saudade assim que você fechou a porta para trabalhar. Ter visto seu carinho com nossa Lucy, e como está completamente apaixonado por nossa filha.

Elias…não posso querer nada mais do que tenho. Pois já tenho tudo: você. Você é meu presente, e louvo a Deus por isto.

Feliz aniversário!!!

 

30 dezembro 2012

Três anos com a Lucy…

Filed under: Reflexão — mosaicosdaescrita @ 11:38 am

Depois de três anos e muitos objetos quebrados, rasgados, molhados, babados, agradeço a Deus por ter criado um animal tão especial quanto os cachorros, especificamente a Lucy.

No começo ela deu muito trabalho. Era um segundo Marley. Rasgou o sofá, mordeu o armário da cozinha, derrubou o microondas, mordeu a mangueira da máquina de lavar três vezes (logo após eu trocá-las), bebeu duas caixas de leite em cima do sofá, derrubou meu vaso de plantas e comeu muitas luvas, muitos chinelos e algumas roupas. Hoje sua arte se resume em deitar na nossa cama de vez em quando.

As pessoas pensaram que o Elias e eu íamos desistir e faziam de tudo para que isto realmente acontecesse. “Imagine, rasgar meu sofá!”, “Imagine, derrubar eu microondas”, “Imagine comer meu chinelo”. Mas as pessoas se esquecem que o sofá, o microondas e os chinelos não me fazem feliz. Já a Lucy…

O sofá não vem me lamber quando percebe que estou triste ou chorando. O sofá não me espera com o rabinho abanando de felicidade quando escuta a chave na porta. O microondas não deita ao nosso lado e presta atenção ao que conversamos. Nada em nossa casa pula de alegria quando pegamos a coleira e falamos: “vamos passear”. Mesmo quando brigamos, ela está ali, pronta para demonstrar carinho, como se nada tivesse acontecido.

Sim, ela faz “xixi”, “cocô” e vomita de vez em quando. Mas quem não faz isto, né? Talvez se você for a minha casa, sinta “cheiro de cachorro”, como alguns falam. Mas pode ter certeza: este cheiro é muito mais suave do que o cheiro da arrogância de alguns que se acham melhor do que os outros. Este cheiro, sim, que não suporto. Ter cheiro de cachorro faz parte do privilégio, e não me importo.

Ela é vira-lata? Não. É uma cachorra sem raça definida, o que a torna mais especial. Não foi “fabricada”, com características programadas para o prazer de um ser humano. Ela tem personalidade única, como nós. Acho, inclusive que ela tem mais personalidade que muita gente que conheço…

Ela não foi comprada, não tem pedigree? Não. Mas é mais valiosa do que qualquer outro cachorro para mim. E não me interessa saber quem foram seus pais. O importante é que ela nasceu e vive conosco. O resto é status, não amor.

Eu sou louca? Falaram isto quando trouxe ela para um apartamento. Hoje olham e falam: “Nossa, como ela é educada e inteligente”. Pois é. O amor supera as barreiras, os sofás rasgados, os chinelos comidos e os objetos babados…Imagen

17 julho 2012

Deus é Fiel…Fiel a quê?

Filed under: Reflexão — mosaicosdaescrita @ 4:05 pm

Acho que uma das frases mais colocadas em automóveis é “Deus é Fiel”. Também é uma das mais faladas. Mas acho que não entedemos o significado dela.

O Senhor ser Fiel significa que terei o carro do ano? Que comprarei uma casa com três suítes? Que terei minha própria empresa?

E ainda? Que o Senhor me dará um filho? Que terei saúde sempre? Que morrerei de velhice? Que não terei dificuldades na vida?

Fidelidade significa cumprir o que se promete. Mas o que o Senhor realmente me prometeu?

Embora já saiba, acho que o versículo que mais deixa claro a promessa que o Senhor realmente fez a todos, e a mim, está descrita em 1 João 2:25. O que o Senhor realmente me prometeu é a Vida Eterna. Isto eu sei que o Senhor cumprirá, pois é Fiel, e cumpre suas promessas. O resto, é bônus. Pode vir ou não.

Confissões de uma filha adulta ao seu pai

Filed under: Reflexão — mosaicosdaescrita @ 3:31 pm

 ImagenQuando era criança, queria que o senhor me pegasse em seu colo, me balançasse ao vento e contasse histórias para mim ao dormir. Mas o senhor não aprendeu a fazer isto. Como aprender isto em meio a tantos irmãos! O senhor não tinha nem sandálias para ir à escola, que dirá um beijo de sua mãe ao chegar dela.

Lembro das tantas discussões, principalmente na adolescência, em que eu não queria te entender, mas exigia que você me entendesse. Quantas vezes eu te desonrei, exigindo seu amor. Passamos por tantas coisas juntos. Eu cobrei tanto seu amor, seu carinho e cuidado, e não soube te ensinar a amar. Eu, que quando criança via beleza em tantas coisas, não soube ver sua beleza.

Não soube enxergar sua tristeza quando tinha que trabalhar em plena véspera de Natal. Não percebi seu amor fazendo os bolinhos estranhos que fazia, nem a farofa de milho que só você sabe fazer. Não soube valorizar seus beijos na madrugada, antes de ir trabalhar. Ah, e as brigas que tivemos, não consegui entender que você tinha medo de me perder. Não soube compreender que sua vida não teve muitas flores, e as únicas que você tinha, como eu, muitas vezes te machucavam.

Talvez por estar mais velha, ter vivido mais coisas e comece a pensar na remota possibilidade de tentar ser mãe, isto me torne mais paciente, mais amorosa. Aprendi que amor é dar, não receber.

Só agora, já adulta, percebi o quanto você sofreu por não conseguir me dar o que também nunca recebeu. E mais: percebo que em sua dor, você me amava mais que tudo. Obrigada por teu imperfeito e puro amor.

Talvez algum dia, eu lhe conte uma história, ou te faça dormir, porque percebi que sempre tive o mais importante: você!

12 julho 2012

O que aprendi sobre você

Filed under: Reflexão — mosaicosdaescrita @ 4:06 pm

Elias:

Nestes quatro anos que estamos juntos, aprendi algumas coisas sobre você, das quais quero compartilhar com todos que torcem pelo nosso amor.

Aprendi que posso deitar tranquilamente à noite: você terá visto se fechei a porta direito, se desliguei o gás e se tirei a tomada da televisão.

Todos os dias, nestes quatro anos, fui acordada com um beijo. Pelo menos, a primeira chamada. A segunda, com um carinho no rosto, a terceira com um puxão no pé e a última com um ” você tá atrasada”. Isto sempre acontece e sempre acontecerá. Eu sou preguiçosa pra acordar.

Antes de sair, você sempre ora para que Deus proteja nosso dia, e de nossos familiares e amigos. A oração é curta, mas muito especial. Eu ainda estou quase dormindo, mas agradeço todos os dias por ela acontecer, e vir de você!

Aprendi que algumas coisas mudam: você não me liga mais de cinco em cinco minutos pra falar que me ama. Mas também não dormi, nenhum dia destes quatro anos, sem ter esta certeza em meu coração. Você expressa com seu cuidado e seu carinho.

Aprendi que você é quieto. Fala pouco e o que fala, vale por mil palavras. Aprendi que, se você feliz, já é discreto, estressado então…posso ter certeza que o máximo que ouvirei naquela noite será um “te amo” ou um “amém”, quando lhe digo: “dorme com Deus”.

Aprendi que você é muito comprometido com seu serviço, e isto me irrita. Mas tudo bem. É pro nosso bem você chegar do serviço, e ainda, trabalhar em casa, mesmo sem ser pago pra isto. Excelência exige cinco minutos a mais, às vezes, dez, quinze.

Aprendi que todos os dias que chegar em casa, pegará o controle da televisão e mudará de canal, sem ao menos saber em que canal está. Aprendi que você vai mudar de canal, durante a noite, umas 352 vezes, e na verdade, não vai assistir nada. Ah…também aprendi que você  dormirá sempre antes do filme acabar, a não ser que ele seja de “tiro”, como você fala.

Aprendi que você sempre fará o arroz melhor que eu. Sempre vai brigar se eu deixar lixo na pia e sempre vai jogar o fio dental fora da lixeira. Aprendi que você sempre lavará o banheiro (ainda bem!).

Aprendi que você vai errar de vez em quando, e vai vir me pedir desculpa. Aprendi que terei que perdoar, se não, quem ficará doente serei eu. Aprendi jeitos de te disciplinar e aprendi que você aprende rápido a não cometer o mesmo erro. Ainda bem, pro teu próprio bem!

Aprendi que vamos discutir algumas vezes, e que você me deixará falar até cansar e perder a razão. Eu vou odiar isto, mas tudo acabará na risada.

Aprendi que eu vou errar. E aprendi que seu olhar já terá me perdoado antes mesmo de eu me dar conta que errei. Geralmente, terei errado por falar demais. Você terá me perdoado, falando o menos possível.

Aprendi que você sempre vai desligar o telefone antes de dar tchau. Aprendi tanto que faço a mesma coisa quando estou com você. Aprendi que você vai reclamar disto. Bem feito!

Aprendi que nunca vou aprender as contas que vejo em seu caderno. Engenharia é pra doido!

Aprendi que você gosta de música de qualidade e detesta ver gente gritando ao microfone. Gosta de verde, mas não é palmeirense. Gosta de futebol, mas, graças a Deus, não é fanático!

Aprendi que jogar video-game é uma das maneiras de acabar com o estresse. Ah…mas sei de uma coisa que você  gosta mais que video-game, e só eu posso te proporcionar…e adoro fazer isto!

Aprendi que você será um ótimo pai, pois é um ótimo irmão, filho e um maravilhoso esposo, além de um dono de estimação muito especial para a Lucy. Basta ver como ela fica quando eu chego, e quando você chega. Digamos que é um jogo do paulistão versus um mundial.

Aprendi que ser cristão, é muito mais que mostrar, é fazer. Muito mais que agir, é reagir com sabedoria.

Finalmente, aprendi que para ser feliz, preciso ter você. E para ser plenamente feliz, preciso te fazer feliz. Pois o amor não é olhar pra si, mas para o outro. E quero a cada dia, te olhar mais…

Te amo!

Graça infinita

Filed under: Reflexão — mosaicosdaescrita @ 3:36 pm

Esta noite preciso desabafar
Estou cansado de, com minhas forças, caminhar
Mais que sobreviver, quero em glória caminhar.

Preciso aprender a te amar, 
sem nada em troca ganhar.
Anseio ser teu amigo, teu filho, teu servo
Quero entender seu Amor sem par.

Quero acordar e sua misericórdia aceitar
Preciso perder minha vida, Senhor
Para ganhá-la em Ti.
E ao anoitecer, dormir e no Senhor descansar.

Meu Pai, Senhor, meu bom pastor
Ajuda-me a entender esta graça infinita
Meu Pai, Senhor, meu bom pastor
Preciso entender teu amor.

Quero viver e deixar de falar
Mais que me livrar do Inferno, quero me afastar de mim
Não quero bom nome, honra humana e afins
Quero sobre mim Teu olhar.

Preciso ser curado, restaurado e inspirado
Quero avivamento em meu coração
Não quero mais ficar calado
Quero ousadia para enfrentar o leão.

Meu corpo, minha alma e meu coração
Quero a Ti entregar
Minhas palavras, meus talentos e dons
Use da melhor maneira que achar.

Meu Pai, Senhor, meu bom pastor
Ajuda-me a entender esta graça infinita
Meu Pai, Senhor, meu bom pastor
Preciso entender teu amor.

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